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Regulamentação da telemedicina: uma vitória para a Saúde no Brasil

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Os reflexos da telemedicina na saúde já podem ser observados, sobretudo, na prestação de serviços. Há maior eficiência nos atendimentos tanto para o médico quanto para o paciente. Com a sanção do Governo Federal referente à Lei 14.510, que autoriza e disciplina a prática em todo território nacional, a telemedicina vem se consolidando no país. É uma vitória de todos, principalmente da população brasileira, que continuará sendo beneficiada com atendimento de qualidade à distância.

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Um report da McKinsey aponta que 25% do mercado de atendimento da saúde pode migrar do tradicional para o cuidado em casa até 2025, sem redução na qualidade ou no acesso.

Esse caminho do virtual aliado ao físico — o phygital — será essencial para um sistema de saúde desenvolvido e eficiente, sem substituir o atendimento “cara a cara”. O resultado do investimento na telemedicina é uma maior integralidade para milhões de cidadãos que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de instituições privadas, garantindo segurança, privacidade, democratização e confidencialidade no atendimento.

Mais benefícios da telemedicina

Sempre acreditei no potencial da telemedicina para o aperfeiçoamento da saúde e há tempos tenho batalhado ao lado de amigos e profissionais do setor pela regulamentação. A telessaúde aproxima médicos e pacientes, mesmo a quilômetros de distância, e democratiza o atendimento à população.

No período pandêmico, nós da MV disponibilizamos gratuitamente a tecnologia da telemedicina para uso na saúde pública. Em Pernambuco, por exemplo, onde fica a sede da empresa, foi possível garantir mais de 50 mil atendimentos durante o isolamento.

A telemedicina facilitou e ampliou a conexão na saúde e desafogou o sistema, permitindo maior agilidade aliada à qualidade para atendimentos que precisam ser feitos presencialmente. 

Do ponto de vista da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), por envolver a transmissão de dados e informações de saúde dos pacientes, reforçou a importância de termos sistemas que garantam a segurança dessas informações.

Por meio de empresas parceiras, também temos contribuído para que mais hospitais tenham acesso à infraestrutura de TI qualificada para monitoramento de serviços essenciais. Além de aproximar médicos e pacientes, os equipamentos são essenciais se pensarmos em municípios do interior ou distantes dos grandes centros onde faltam profissionais e estrutura adequada.

A prática está em conformidade com o compromisso da MV de prevenir doenças e melhorar a experiência dos pacientes, tornando a saúde mais digital. A companhia tem soluções de ponta para todas as modalidades da telessaúde. Podemos citar como exemplo a teleinterconsulta, o telemonitoramento e a teleorientação. Assim, ajudamos a aumentar a capacidade dos serviços médicos. Ferramentas como a Global Health, por exemplo, podem aproximar paciente e médico separados por quilômetros de distância e promover um atendimento eficiente sem deslocamentos desnecessários.

A expectativa é que o uso da telemedicina seja ainda maior a partir dessa conquista da regulamentação e da transformação digital crescente nas organizações. Com tantos avanços, quem sabe em 2025, a sociedade não irá se deparar em uma nova fase da telessaúde.

*Paulo Magnus é CEO da MV, multinacional focada em Transformação Digital do setor da Saúde no Brasil e na América Latina.

Imagem: elenabsl/Shuttertstock

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