O Nintendo Switch se consolidou como um dos consoles mais marcantes da última década e reúne em sua biblioteca diversos jogos de sucesso. Mas não são apenas os heróis que conquistam o público. Muitos vilões também deixaram sua marca nas narrativas, seja pelo carisma, pela complexidade ou pela intensidade dos confrontos.
Neste artigo, reunimos alguns dos principais antagonistas de jogos disponíveis no Nintendo Switch e mostramos por que eles se tornaram tão memoráveis.
Quais são os melhores vilões de jogos do Nintendo Switch?
- Ganondorf – The Legend of Zelda: Tears of Kingdom
- Raven Beak – Metroid Dread
- Singularity – Bayonetta 3
- Fury Bowser – Super Mario 3D World + Bowser’s Fury
- Jena Anderson – Astral Chain
- Lord Fredrik – Donkey Kong: Tropical Freeze
- Malos – Xenoblade Chronicles 2
- Chaos Elfilis – Kirby and the Forgotten Land
- Nemesis – Fire Emblem: Three Houses
Ganondorf – The Legend of Zelda: Tears of Kingdom

Nome que ressoa ao longo de toda a história da franquia “The Legend of Zelda”. Em “Tears of the Kingdom”, Ganondorf é a personificação suprema do mal na série.
Após séculos selado por Rauru, ele retorna como estrategista e guerreiro poderoso. Usando uma Pedra Secreta, transforma-se no Rei Demônio, espalhando destruição por Hyrule. Carismático, cruel e inteligente, ele se torna um antagonista inesquecível, enfrentando Link e Zelda em uma batalha épica.
Raven Beak – Metroid Dread

O grande antagonista de “Metroid Dread” e rapidamente se tornou um dos vilões mais impactantes da franquia. Mais do que um simples inimigo, ele orquestra os eventos do jogo e coloca Samus Aran frente a um dos combates mais desafiadores da série.
O confronto contra Raven Beak exige reflexos rápidos, precisão e estratégia, mostrando que sua ameaça vai além da força bruta; ele é um manipulador calculista que planeja cada movimento até o último instante.
Singularity – Bayonetta 3

A saga de Bayonetta sempre contou com antagonistas que exploram os limites entre fantasia, religiosidade e destruição cósmica. Em “Bayonetta 3”, o inimigo central é Singularity, uma entidade que vai além da noção tradicional de vilão.
Singularity representa uma ameaça cósmica capaz de colocar toda a realidade em risco, desafiando Bayonetta em batalhas e escolhas de escala universal.
Com ação frenética, narrativa exagerada e a assinatura estilística da franquia, ele se consolida como um dos vilões mais icônicos do jogo.
Fury Bowser – Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

Se Bowser já é um clássico vilão da Nintendo, sua versão em “Bowser’s Fury” eleva o personagem a outro patamar.
Transformado em uma versão gigantesca e aterrorizante, conhecida como Fury Bowser, ele aparece de forma imprevisível durante o gameplay, mudando completamente a dinâmica da aventura.
Essa abordagem trouxe frescor ao personagem, que muitas vezes era visto como um vilão cômico. Nessa forma, Bowser fica mais poderoso e perigoso, exigindo que o jogador sempre fique atento aos seus movimentos.
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Jena Anderson – Astral Chain

Embora menos famoso que alguns títulos do console, “Astral Chain” é um jogo de ação e aventura que merece mais reconhecimento, principalmente por sua jogabilidade e narrativa envolventes.
E Jena Anderson se destaca como uma antagonista que combina ciência, ideologia e ação. Mais do que uma inimiga a se derrotar no jogo, Jenna possui crenças e objetivos próprios, e sua visão sobre a relação da humanidade com as criaturas interdimensionais gera conflitos profundos com os protagonistas.
Lord Fredrik – Donkey Kong: Tropical Freeze

Substituir um vilão icônico como King K. Rool não é tarefa fácil, e Lord Fredrik consegue segurar a responsabilidade muito bem.
Como líder dos Snowmads, ele traz frio e caos às ilhas de Donkey Kong, forçando o herói e seus aliados a enfrentarem ambientes congelados e desafios únicos.
Embora não seja tão complexo quanto outros vilões da lista, o embate final é muito divertido e memorável, e certamente ficará na memória dos jogadores.
Malos – Xenoblade Chronicles 2

Em “Xenoblade Chronicles 2”, Malos é um dos Aegis, armas vivas criadas pelos humanos, e sua jornada como antagonista está diretamente ligada ao destino de Rex e Pyra/Mythra, tornando sua presença central em toda a narrativa.
Mais do que um inimigo a ser derrotado, ele levanta reflexões sobre existência, propósito e destruição. Sua profundidade filosófica, somada à grandiosidade das batalhas, faz com que Malos seja lembrado como um dos vilões mais fortes e bem desenvolvidos do console.
Chaos Elfilis – Kirby and the Forgotten Land

O universo de “Kirby” sempre apresentou inimigos visualmente criativos, e em “Forgotten Land” o destaque vai para Chaos Elfilis.
Com design impressionante e batalhas intensas, ele representa o ápice da ameaça no jogo e se consolida como o clímax perfeito da jornada do pequeno herói rosa.
Chaos Elfilis combina elementos visuais extravagantes com uma sensação de perigo real, reforçando a tradição da franquia em criar finais épicos e surpreendentes.
Nemesis – Fire Emblem: Three Houses

Fechando a lista, “Fire Emblem: Three Houses” apresenta Nemesis como um vilão de peso dentro de sua narrativa densa e política.
Conhecido como o “Rei dos Mortos”, ele simboliza séculos de conflito e intriga. Sua presença carrega uma enorme carga simbólica, funcionando tanto como ameaça direta quanto como lembrança das guerras passadas que moldaram o mundo do jogo.
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