O suspense psicológico A Empregada se tornou o primeiro grande fenômeno de bilheteria de 2026 no Brasil, ao liderar o ranking nacional por três semanas consecutivas e ultrapassar a marca de 3 milhões de espectadores, segundo dados da Comscore. A adaptação do livro de Freida McFadden estreou na metade de janeiro e assumiu a liderança após superar Avatar: Fogo e Cinzas, mantendo-se no topo mesmo com a chegada de Zootopia 2 às salas de cinema.
Protagonizado por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, o longa se destaca fora do circuito tradicional de franquias e animações, impulsionado principalmente pelo boca a boca nas redes sociais. As reviravoltas da trama transformaram a ida ao cinema em uma experiência coletiva, com público interessado em evitar spoilers e discutir o desfecho.
Bilheteria de A Empregada e repercussão nas redes sociais
No mercado brasileiro, o filme acumulou R$ 68 milhões em renda, conforme levantamento da Comscore. Nos Estados Unidos, a estreia também foi expressiva, com US$ 45 milhões arrecadados apenas no primeiro fim de semana. A recepção do público foi medida pelo CinemaScore, que atribuiu nota “B” ao longa, indicador de satisfação entre os espectadores na saída das sessões.
Antes mesmo da estreia nos cinemas, a obra já era um fenômeno nas redes sociais. A hashtag relacionada ao título ultrapassou 1 bilhão de visualizações no TikTok, dentro da comunidade conhecida como BookTok, dedicada a adaptações literárias e recomendações de leitura.
Enredo, adaptação e equipe
A história acompanha Millie Calloway (Sydney Sweeney), uma jovem com passado conturbado que vive no próprio carro e aceita trabalhar como empregada doméstica na mansão de Nina Winchester (Amanda Seyfried). O que começa como uma oportunidade de recomeço se transforma em um jogo psicológico, marcado por manipulações, segredos e confrontos dentro da casa da família Winchester.
Embora a base da narrativa permaneça fiel ao livro, o filme adota um ritmo mais acelerado na primeira metade, antecipando os embates entre as personagens principais. Algumas tramas secundárias foram simplificadas e o terceiro ato recebeu alterações visuais e narrativas que geraram debates entre leitores da obra original.
A direção é de Paul Feig, conhecido por trabalhos como Missão Madrinha de Casamento e pelo suspense Um Pequeno Favor. O roteiro foi assinado por Rebecca Sonnenshine, que já atuou como produtora e roteirista em séries como The Boys, The Vampire Diaries e Archive 81.
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