A verdade sobre o fungo de The Last of Us que realmente existe na vida real

A série e o jogo de sucesso The Last of Us utilizam como base científica o fungo Cordyceps, um organismo que de fato habita florestas tropicais e domina o corpo de insetos.

O mecanismo de controle do cordyceps na vida real

De acordo com um estudo detalhado pela National Geographic, a inteligência biológica desses organismos permite que eles manipulem músculos específicos das vítimas para garantir a própria reprodução.

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    Infiltração silenciosa

    O fungo penetra no exoesqueleto do inseto através de esporos suspensos no ar ou no solo.

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    Sequestro motor

    As fibras fúngicas crescem ao redor dos músculos, forçando o hospedeiro a caminhar para um local favorável ao fungo.

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    Ciclo final

    Após a morte do animal, um talo cresce para fora da cabeça e libera novos esporos no ambiente.

As espécies afetadas e o comportamento das formigas zumbis

Embora existam milhares de variações, o Ophiocordyceps unilateralis é o mais famoso por criar as chamadas formigas zumbis. O processo de dominação altera completamente o instinto de sobrevivência do animal, que passa a agir apenas em benefício do invasor.

  • Abandono imediato da colônia para evitar a detecção;
  • Escalada de arbustos em busca de altura e umidade ideais;
  • Mordida mortal em uma folha para fixar o corpo permanentemente.
Apesar da ficção, o fungo que cria “formigas zumbis” não representa risco real de infecção em humanos – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Diferenças entre o fungo da ficção e o organismo real

É importante entender que, apesar da inspiração visual e comportamental, existem diferenças cruciais entre o que vemos na televisão e o que acontece sob as folhas das florestas tropicais. Lembrando que existem diferenças entre o jogo e a série. Nos videogames, o fungo também é transmitido por esporos.

Na natureza, o Cordyceps controla insetos ao manipular seus músculos para garantir a própria reprodução – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

O risco de uma pandemia fúngica em seres humanos

Muitas pessoas se perguntam se o fungo poderia evoluir para infectar pessoas. Atualmente, a temperatura interna do corpo humano é uma barreira natural poderosa, já que a maioria desses fungos não consegue sobreviver ou se reproduzir acima de 30°C. A evolução necessária para superar essa defesa biológica levaria milhões de anos, tornando o cenário da série improvável em nossa realidade imediata.

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