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Afinal, por que as pessoas compram um robô humanoide?

by Fesouza
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Os robôs humanoides que víamos em filmes, séries e desenhos já saíram das telinhas e vieram para o mundo real. Exemplo disso é o que não falta, dos Optimus, da Tesla, até o Figure 02, da Figure AI’is. Esses carinhas simpáticos (nem sempre) já fazem parte dos noticiários de ciência, inclusive, já falamos bastante deles por aqui no Olhar Digital.

Porém, apesar de já existirem e até mesmo alguns já sendo colocados à venda, parecia distante demais ter um desses só para você. Agora, a empresa de robótica chinesa, Unitree Robotics quer aproximar, pelo menos um pouco, essa tecnologia do público geral.

Afinal, por que as pessoas compram um robô humanoide?
(Imagem: IM Imagery/Shutterstock)

O Unitree R1 custa “apenas” US$ 6 mil (cerca de R$ 32.498,99), segundo informações do site The Conversation. Tudo bem, segue sendo um preço elevado, mas parece uma pechincha quando comparado aos US$ 30 mil (cerca de R$ 162.494,97) do Optimus.

Movimento, agilidade, peso e altura do robô

O R1 mede 1,2 m de altura, pesa 25 kg e conta com diversas articulações e “juntas”, o que garante movimentos bastante humanos. Compacto e fácil de transportar, traz sensores avançados com câmeras 3D, microfones e conexão sem fio. Seu computador interno processa visão e áudio em tempo real.

Quando pensamos em robôs humanoides, geralmente pensamos em ajudantes como o H.E.R.B.I.E., do Quarteto Fantástico, que tem como função primordial facilitar nosso dia-a-dia. Apesar de ser uma ideia tentadora, ainda estamos distantes de ter pequenos “mordomos” que lavam, cozinham e passeiam com nossos filhos.

Por que comprá-lo?

Mas, afinal, por qual motivo seria interessante adquirir um robô que ainda não vai realizar todos as tarefas domésticas?

Afinal, por que as pessoas compram um robô humanoide?
Unitree r1 pode dar cambalhotas Imagem: Unitree Robotics/YouTube/Reprodução

Existem algumas respostas para esta pergunta, vamos a elas:

  • Educação e pesquisa: ferramenta acessível para universidades e estudantes testarem IA, visão computacional e robótica.
  • Assistência leve: pode realizar pequenas tarefas, como buscar ou carregar objetos em casa ou em um escritório.
  • Interação social: útil em ambientes de hospitalidade, eventos ou cuidados, com gestos e movimentos humanizados.
  • Trabalho colaborativo: em armazéns ou laboratórios, pode ser treinado para tarefas simples ao lado de pessoas.
  • Entretenimento e performance: pode ser usado em shows, apresentações artísticas ou como atração tecnológica.

O Unitree R1 impressiona pelo hardware, mas sua autonomia é de apenas 1 hora, com bateria de troca rápida – suficiente para treinos e testes em laboratórios. O preço acessível abre espaço para pesquisas em mobilidade, visão e interação.

Leia mais:

Apesar do potencial, o software ainda é limitado: muitos deles usam rotinas pré-programadas ou controle remoto. O desafio é fazê-lo entender e agir com segurança em ambientes reais, aprendendo equilíbrio, destreza e adaptação a terrenos irregulares.

Recentemente, o influenciador Lucas Rangel publicou alguns vídeos com um robô humanoide no Instagram, sendo possível acompanhar como funciona esta tecnologia:

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