A desenvolvedora Playground Games anunciou que a atualização Series 9 já está disponível para Forza Horizon 5, contando com diversas correções, modo cooperativo para as missões de história para até seis jogadores e 10 novos veículos.
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Variedade
Um advogado paulista entrou com um processo contra o TikTok, acusado de violar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A ação tramita em segredo de Justiça na Vara da Infância e da Juventude de São Paulo e seus resultados podem refletir em todas as redes sociais.
Conforme disse Anderson Albuquerque ao site Tilt, o motivo de ter buscado a Justiça foi a segurança de seus dois filhos menores de idade sobre determinados conteúdos presentes na plataforma.
Os fãs de Star Wars puderam, recentemente, aproveitar um dos melhores desfechos da história das séries. Obi-Wan Kenobi, produção do Disney+, chegou ao fim e a conclusão da história reuniu vários sentimentos, além de trazer de volta um personagem da franquia original muito amado por todos.
A série vai fazer falta, mas é importante que ela tenha sido finalizada exatamente onde deveria. Além disso, fica em aberto a possibilidade de que novas produções do universo de Star Wars sejam lançadas ao longo do tempo, assim como foi o caso de Obi-Wan Kenobi.
A série Bridgerton, da Netflix, está chegando à sua 3ª temporada e rumores na internet davam como certo que Regé-Jean Page estaria retornando como Simon, o duque de Hastings. Mas o próprio ator postou uma foto em sua conta no Instagram com uma legenda afirmando que não vai voltar ao seriado.
Na série, ele era o interesse amoroso central de Daphne Bridgerton (interpretada por Phoebe Dynevor) e acabou se tornando uma das estrelas da produção – o que fez com que seu não retorno para a 2ª temporada chocasse a muitos.
Os Portos de Auckland, na Nova Zelândia, estão recebendo um rebocador elétrico de grande porte para manuseio de navios, voltado para operações vitais no mar sem emissões. Construído pelo estaleiro de Damen, Sparky é o primeiro de sua série RSD-E Tug, sendo equipado com nada menos que 2.040 baterias.
Toda essa composição é suportada em 80 racks de bateria, produzindo um total de 2.784 kWh. A chegada de Sparky (que ganhou este nome após uma votação pública no país em 2020) ao porto neozelandês é um fator-chave para as pretensões do local de se tornar livre de emissões até 2040.
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Um rebocador elétrico tão forte quanto os rebocadores a diesel
Imagem: Divulgação/Portos de Auckland
Um acabamento em verde brilhante foi escolhido para Sparky se destacar dos demais rebocadores. Em dimensões, temos no veículo elétrico 24,73 metros de comprimento, com 6 metros de calado. Dotado de dois propulsores azimutais com hélices de 3 metros, sua tração de amarração é de 70 toneladas, algo tão forte quanto o rebocador a diesel mais poderoso do porto da maior cidade da Nova Zelândia.
A expectativa para o e-rebocador é de uma economia de 465 toneladas de emissões de CO2 a cada ano. Isso fora a redução do custo de operação, até três vezes menor que o de um rebocador a diesel. Com uma única carga, o Sparky pode completar quatro movimentos de transporte, precisando de apenas duas horas para recarregar. Além disso, há dois grupos geradores de backup de 1.000 kW para o rebocador elétrico poder enfrentar situações de emergência.
Trabalhando no mar sem fazer muito barulho
Imagem: Divulgação/Portos de Auckland
Allan D’Souza, líder no projeto do e-rebocador, lembra que o lançamento de Sparky ao mar levou seis anos. “Em 2016, quando lançamos a ideia de um rebocador totalmente elétrico, nos disseram que estávamos sonhando”.
“Você poderá avistar Sparky na água, pois sua superestrutura é pintada de verde brilhante, ao contrário de nossos rebocadores a diesel”, diz D’Souza. “O que você não notará é barulho ou fumaça; sendo elétrico, ele é muito mais silencioso e mais limpo que nossos rebocadores a diesel atuais”. Nas próximas seis semanas, o rebocador será testado na área de Auckland, antes de estar pronto para iniciar as operações.
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Foi lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (21) o Sistema de Alerta de Desinformação Contra as Eleições. Através do recurso, qualquer pessoa pode cadastrar denúncias à Justiça Eleitoral sobre notícias falsas ou descontextualizadas.
Como funciona o sistema?
A novidade oferece mais agilidade no combate à propagação de fake news sobre as eleições. Depois de cadastradas, as denúncias serão repassadas às plataformas digitais parceiras para combater a disseminação desse tipo de conteúdo.
Atualmente, o TSE mantém acordos de cooperação com o Google Brasil, YouTube, Facebook, Instagram, WhatsApp, Telegram, Kwai, TikTok, LinkedIn, Twitter e Spotify.
Vale destacar que o canal não funciona para denúncia de infrações eleitorais, como mensagens envolvendo desinformação contra candidatos e partidos, por exemplo. Estas devem ser encaminhadas por meio de outro sistema do TSE, o Pardal.
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O que pode ser denunciado?
O eleitor poderá reportar informações equivocadas sobre as Eleições 2022, como distorção de horários, locais e documentos exigidos durante a votação, por exemplo.
Contas falsas nas redes sociais que usam a imagem da Justiça Eleitoral para compartilhar conteúdo enganoso, bem como postagens com discurso de ódio ou incitação à violência também devem ser reportados ao Sistema de Alerta de Desinformação Contra as Eleições.
Denúncias de ameaças às seções eleitorais, cartórios ou prédios da Justiça Eleitoral e de informações não verificadas sobre supostas fraudes eleitorais também serão atendidas.
Como fazer uma denúncia?
Basta acessar a página do sistema para descrever uma ocorrência. Em seguida, é preciso selecionar em qual plataforma a mensagem foi vista. Caso tenha o link da postagem com conteúdo falso, é importante informá-lo no formulário. Acompanhe abaixo como proceder.
1. Primeiro, acesse o site do TSE em https://www.tse.jus.br/;
2. Depois, clique na opção ‘Envie seu conteúdo suspeito’;
3. No campo ‘Registrar um alerta’, selecione qual é o tipo da denúncia;
4. Logo abaixo, marque em qual plataforma você encontrou a postagem falsa;
5. Em seguida, cole o link do conteúdo, indique se há algum vídeo relacionado a denúncia e preencha os dois campos restantes com mais informações.
Pronto! Se necessário, também dá para anexar arquivos clicando em ‘Escolher Arquivo’. Por fim, marque a caixa ‘Não sou robô’ e clique em ‘Enviar’ para registrar uma denúncia.
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A Sony está trabalhando em seu primeiro sensor de câmera de 100 MP. Segundo o conhecido leaker chinês Digital Chat Station, o sensor será voltado para celulares intermediários. Vale apontar que a Sony também fabrica sensores de câmera para smartphones da Apple e Google.
Digital Chat Station afirma que o sensor de 100 MP fará parte da série IMX8 da Sony, que estreou com um sensor IMX800 de 54 MP 1/1.49, usado na série Honor 70. A companhia também estaria trabalhando na série de sensores IMX9.
Informações anteriores indicam que a câmera da série IMX9 da Sony, com um sensor chamado IMX989 de 50 MP de 1 polegada, deve estrear no próximo Xiaomi 12 Ultra.
Com um sensor de 100 MP, a Sony vai competir mais diretamente com Samsung, que já está trabalhando em um sensor ISOCELL HP3 de 200 MP. A Motorola também deve estrear um smartphone com o sensor ISOCELL HP1 de 200 MP no próximo mês.
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Recentemente, o CEO da Sony afirmou que câmeras de smartphones podem ultrapassar câmeras DSLR em qualidade de imagem nos próximos anos.
Via Gizmochina
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Um recente estudo revelou que as aulas on-line durante o fechamento das escolas na pandemia da Covid-19 podem ter ajudado a saúde mental de adolescentes. Para os pesquisadores, o desempenho acadêmico e a oportunidade de interação com colegas e professores podem ter sido um “escape” para o período de isolamento.
Publicada no Psychiatry and Clinical Neurosciences, a pesquisa ouviu, a partir de um questionário, um total de 5.000 alunos de 21 escolas de ensino fundamental e médio no Japão. Segundo o Medical Xpress, que divulgou os dados, a implementação de aulas on-line foi associada a menores taxas de sintomas emocionais e dependência de smartphones.
Covid-19: aulas on-line podem ter ajudado na saúde mental de adolescentes, diz estudo. Crédito: Shutterstock
Durante a pandemia da Covid-19, diversas escolas em todo o mundo fecharam as portas e precisaram adaptar as aulas de forma on-line. Estudos anteriores indicaram que os sintomas de saúde mental em crianças e adolescentes pioraram durante o período, que alterou o estilo de vida, rotina, entre outras atividades e interações – de lazer ou não.
Mesmo após a flexibilização e reabertura de algumas instituições, no entanto, a taxa estimada de suicídio entre os jovens japoneses aumentou 1,49 vezes em comparação com o início da pandemia. O dado foi um dos motivos pelo qual levou a pesquisa a avaliar a relação das aulas on-line e a saúde mental de adolescentes – mesmo após a reabertura das escolas.
“Nosso objetivo foi investigar a relação entre as aulas on-line durante o fechamento nacional das escolas e os sintomas de saúde mental após a reabertura das escolas. Nós levantamos a hipótese de que as aulas on-line durante o fechamento nacional das escolas estariam relacionadas a taxas mais baixas de sintomas posteriores de saúde mental”, disse o autor sênior, Kiyoto Kasai, da Universidade de Tóquio.
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“Achados anteriores sugeriram que eventos adversos, como desastres naturais e privação social, estão associados ao aumento dos sintomas de saúde mental entre adolescentes. Durante o evento adverso em curso, a Covid-19, é importante investigar se a implementação de aulas on-line tem um potencial efeito protetor sobre esses sintomas”, acrescentou.
Contudo, o estudo destacou que, considerando pesquisas anteriores, há resultados mistos sobre o tema. A análise atual se concentrou em apenas entender se o estudo via internet ajudou a saúde mental dos alunos durante o período de fechamento de todas as escolas. Um comparativo também pôde ser feito entre alunos que voltaram para o presencial antes de outros.
“Durante o fechamento da escola local, os alunos que participaram de aulas on-line podem ter sentido que perderam seus recursos (por exemplo, ambiente de aprendizagem e oportunidades de interação social), em comparação com aqueles em aulas presenciais. No entanto, durante o fechamento nacional das escolas, os alunos que participaram das aulas on-line podem ter sentido que estavam ganhando recursos em vez de perdê-los, resultando em menos estresse”, explicou Kasai.
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Uma recomendação importante para aquelas pessoas que estão no mercado de trabalho ou buscam uma recolocação profissional é sempre manter o perfil no LinkedIn atualizado. E para aqueles que desejam ampliar ainda mais os horizontes com a rede social de trabalho, o ideal é usar o LinkedIn Premium.
A versão paga da plataforma de network e relacionamento profissional oferece ferramentas diferenciadas ao usuário. O perfil é mais destacado, comparado aos demais candidatos a uma vaga, por exemplo. Assim, fica mais fácil conseguir a contratação pretendida.
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Normalmente, a opção do LinkedIn Premium de graça é liberada por um mês. Mas, a rede social oferece agora a oportunidade de testar a modalidade por seis meses. A chance, porém, é apenas para estudantes.
Como usar o LinkedIn Premium de graça?
Acesse esse link e preencha o formulário localizado no canto direito da página.
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2. Assim que o status de estudante for validado, um link será enviado pela rede social. Assim, é só registrar a assinatura gratuita LinkedIn Premium por 6 meses.
Não sou estudante, mas também quero. O que faço?
Para quem já concluiu os estudos, é possível usar o LinkedIn Premium de graça durante um mês. Vale lembrar que é preciso informar o número do cartão de crédito para obter a demonstração gratuita. Ela expira exatamente um mês após o resgate.
Se não cancelar, a cobrança chegará na fatura. Um lembrete é enviado por e-mail pela rede social uma semana antes. Para evitar a cobrança, cancele a demonstração gratuita um dia antes de completar os 30 dias. E se você já usou uma vez, tem que esperar um ano para usufruir novamente. Confira como experimentar:
Clique no ícone Eu, localizado no canto superior direito da página inicial.Clique em ‘Configurações e privacidade’
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3. Você será redirecionado para ‘Preferências da conta’. Aqui, procure por ‘Assinaturas e pagamentos’ e clique em ‘Faça upgrade grátis’. É só escolher o plano que lhe atende e seguir as instruções mostradas na página.
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Counter-Strike: Global Offensive tem um dos mercados paralelos de itens cosméticos mais aquecidos do mundo, e até quem não joga sabe disso. É por isso que as contas no jogo são muito visadas por hackers, e agora temos a notícia de um roubo literalmente milionário de uma delas. Aparentemente, um inventário valendo o total de US$ 2 milhões em skins foi hackeado.
Não foi divulgado o nome do dono da conta, mas o conhecido perfil de colecionadores ohnePixel divulgou o caso no Twitter. Ele informa que as skins foram roubadas e estão sendo vendidas, estimando que pelo menos metade desses itens já foi perdida para sempre. Os autores do perfil ainda estimam que esse deve ser o inventário de CS:GO mais valioso de todos os tempos.
