Takashi Iizuka, chefe da Sonic Team, garantiu em entrevista ao VGC, nesta segunda-feira (13), que Sonic Frontiers não será adiado em decorrência do feedback dos fãs. Além disso, ele acrescentou que o “público ainda não entende o novo formato”, que aposta nas chamadas zonas abertas.
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Variedade
Um modelo completamente reformado, funcional e original do computador Apple-1 foi vendido em um leilão no eBay, por um valor bem alto: US$ 304,1 mil (pouco mais de R$ 1,55 milhão). O item raríssimo tem o autógrafo de Steve Wozniak, co-fundador da Apple e o responsável por projetar o modelo em julho de 1976.
Segundo as informações da plataforma de e-commerce, o leilão recebeu 112 lances e o arremate se deu no último domingo (12).
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O computador Apple-1 era apenas um objeto pessoa de seu criador, Steve Wozniak, antes que seu amigo e co-fundador da Apple, Steve Jobs, sugerisse vendê-lo comercialmente (Imagem: Apple/Reprodução)
Na descrição, o vendedor listava o Apple-1 como “profissionalmente restaurado para ser composto quase que inteiramente de componentes originais”, além de ser compatível com qualquer placa da época. O autógrafo dado por Wozniak veio em 2021, quando o vendedor e o co-fundador da “Maçã” se encontraram em Dubai, na África do Sul.
“Woz” projetou o Apple-1 como um computador pessoal em 1976, mas a ideia de vendê-lo comercialmente veio de seu parceiro de empreendedorismo, Steve Jobs. Originalmente, a máquina usava um processador 6800 da Motorola, mas quando a MOS Technology lançou o seu 6502 no mercado, o engenheiro de computação optou pela troca, já que o novo modelo era mais barato, mas oferecia um desempenho bastante próximo.
Não é a primeira vez que um Apple-1 é vendido em leilão a amplas somas de dinheiro: desde 1999, leilões públicos e privados têm ocorrido com a máquina, que é arrematada a valores que vão de US$ 50 mil (R$ 255,89 mil) a US$ 700 mil (perto de R$ 3,6 milhões). O fator determinante de preço é, entre outras coisas, o quão próximo da configuração original a máquina estiver no ato da venda.
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Para encontrar respostas sobre a origem da vida, os cientistas não olham apenas para o que acontece dentro da Terra, mas também fora dela. Aliás, é assim que, por exemplo, a idade do mundo é medida, não apenas analisando materiais extraídos do solo do nosso planeta, mas também de asteroides que caem ou passam por ele.
Diversos estudos já indicaram que a vida na Terra pode ter tido uma contribuição muito importante dos meteoritos e asteroides que caíram aqui há milhões de anos. Já que os materiais deixados podem ter sido fundamentais na formação dos seres vivos. Pensando nisso, uma pesquisa brasileira simulou o impacto de um meteorito no nosso planeta para entender a estrutura das moléculas após a queda e se haveria ou não a geração de proteínas.
Para alcançar o feito, pesquisadores da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FCA-Unicamp) contaram com a ajuda de cientistas da Kyushu University, no Japão. A instituição japonesa tem histórico na área e foi responsável pela análise do meteorito Ryugu, encontrado na Terra em dezembro de 2020, como foi noticiado pelo Olhar Digital recentemente.
Imagem: FAPESP
Meteoritos e a origem da vida
A simulação do impacto dos meteoritos na Terra foi feita em pequena escala utilizando uma técnica inédita. Os cientistas pegaram uma pequena quantidade de aminoácido glicina e submeteram à mostra em um HTC (método de altíssima pressão e torção na tradução para o português).
O resultado foi surpreendente: a glicina não gerou uma proteína sob as condições testadas, mas explodiu com tal força que chegou a danificar parte do equipamento utilizado na simulação, sendo parcialmente decomposta em etanol e outros subprodutos ainda não identificados. Ou seja, ela não gerou proteínas.
“O resultado foi uma novidade, porque normalmente estamos preocupados com a reação inversa, de formação de glicina, não com sua degradação e geração de subprodutos. Os dados podem explicar a presença de etanol em alguns ambientes no meio astrofísico”, explica Douglas Galante, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e colaborador da pesquisa à FAPESP.
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As próximas fases do estudo envolvem investigar as reações do aminoácido misturado com outros componentes como minerais e metais. “A amostra de glicina que usamos era um tipo de pó compacto em formato de botão, semelhante ao sal de cozinha. Depois da explosão, ela virou um material muito duro”, completa Ricardo Floriano, coordenador da pesquisa.
Apesar de não ter gerado a reação esperada, o resultado pode indicar uma reação capaz de ter contribuído para a origem da vida. “Muitas perguntas podem ser feitas agora, a partir deste experimento – são novas fronteiras de estudo. Estamos lidando com a astrobiologia e as explicações para a origem da vida na Terra, do ponto de vista científico e acadêmico, ainda estão em aberto. Considero que contribuímos com duas peças do quebra-cabeça”, finaliza o professor Augusto Luchessi, um dos líderes do estudo.
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De acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (13), o Brasil registrou 70 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e mais de 40 mil novos casos da doença.
Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:
70 óbitos nas últimas 24 horas;40.173 casos confirmados nas últimas 24 horas;668.180 óbitos acumulados;31.497.038 casos confirmados no total;Média móvel de 163 mortes e 43.131 casos nos últimos 7 dias.
#PainelConass Covid-19
Data: 13/06/2022, 18h
Casos
• 40.173 no último período
• 31.497.038 acumulados
Óbitos
• 70 no último período
• 668.180 acumulados
Média móvel dos últimos 7 dias
• 43.131 casos
• 163 óbitos
Mais informações: https://t.co/ZjV7hqhXrq
— CONASS (@ConassOficial) June 13, 2022
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Covid-19 no Brasil
Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.
Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 160 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 88 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.
Covid-19: situação no mundo
Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou quase 535 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de 2 anos após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,3 milhões.
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O Olhar Digital teve acesso antecipado para assistir a mais nova animação da Disney e Pixar, “Lightyear”, filme da franquia “Toy Story“.
Dirigido por Angus MacLane, o filme tem Chris Evans como grande destaque no elenco, dando voz a esta nova versão do Buzz Lightyear, como o personagem do filme que deu origem à linha de brinquedos que conhecemos em “Toy Story”.
No Brasil, o personagem é dublado pelo ator e apresentador Marcos Mion, ao contrário dos outros filmes da franquia “Toy Story” no Brasil, em que Buzz tem a voz do dublador Guilherme Briggs. Por sinal, na versão original também houve mudança: o dublador do personagem nos filmes “Toy Story” foi Tim Allen, e agora foi a vez Chris Evans.
Quanto a Mion, que já tinha experiência prévia como dublador, respondeu bem ao desafio e deu voz a este Buzz Lightyear com maestria. Não que a mudança passe desapercebida, mas não creio que este era o objetivo. O Buzz brinquedo e este novo Buzz que conhecemos agora são diferentes, apesar de apresentar algumas falas e maneirismos semelhantes.
“Lightyear” busca usar a metalinguagem para nos introduzir a esta história, com um filme mostrando os acontecimentos de outro filme de dentro do universo de “Toy Story”, que por sua vez deu origem ao brinquedo que virou um dos favoritos de Andy. No entanto, acredito que esse elemento metalinguístico se perdeu ao longo da história, e poderia talvez ter sido retomado ao fim, ou com inserções pontuais.
Mas isso não é nada que chegue perto de tirar o brilho do filme que de fato, é incrível.
A linda amizade entre Buzz Lightyear e a Comandante Hawthorne. © 2022 Disney/Pixar. All Rights Reserved.
De cara conhecemos Buzz Lightyear, o Patrulheiro Espacial em meio a uma missão, ao lado de sua amiga e comandante, Alisha Hawthorne. A personalidade de Buzz, de um Patrulheiro muito leal, comprometido com sua missão e que não tem tanta paciência para iniciantes, já fica clara desde o começo.
Quando o desenrolar das coisas não acontecem como o planejado, e ele junto com toda a tripulação da nave acabam presos em um planeta hostil, Buzz foca em apenas um objetivo: cumprir a missão e salvar a todos. Mas isso tem um custo alto, e Buzz se perde diversos anos em um teste de voo para tentar tirar todas aquelas pessoas que estão presas ali.
Buzz tenta enfrentar o aparentemente imbatível Imperador Zurg. © 2022 Disney/Pixar. All Rights Reserved.
Então, invasores robôs entram em ação, comandados pelo Imperador Zurg, que passa uma séria impressão de que entramos em uma animação de Star Wars e nos encontramos frente a frente com membros do Império Galáctico. Inclusive, uso este momento para tecer elogios à trilha sonora e ao som como um todo do filme, bem como a iluminação.
Apesar dos demais filmes da franquia “Toy Story” serem mais vistos como aventuras, “Lightyear” é um pouco diferente. Por mais que existam referências à franquia, como o bordão “Ao Infinito e Além”, não espere que se trate de um “Toy Story 5”. Podemos apresentar “Lightyear” como uma ficção científica espacial, que mexe com conceitos de espaço-tempo e os explica de um jeito bem descomplicado.
Lightyear e seus novos amigos. © 2022 Disney/Pixar. All Rights Reserved.
Ao lado de Lightyear, temos outros tanto personagens complexos e que encontram seu lugar na história aos poucos. Alisha e Izzy Hawthorne, seus dois amigos desajustados que mostram habilidade em momentos de necessidade, o gato Sox com suas diversas surpresinhas, todos são parte do que faz Buzz Lightyear ser um herói, daqueles que chegam ao extremo de motivar a criação de uma linha de brinquedos infantis.
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Mas Buzz não se vê assim, e ele quer desesperadamente se tornar este herói, cumprir sua missão, se livrar da culpa, ser alguém disposto a sacrificar tudo em prol do bem comum. Essa necessidade de sempre buscar ser um herói, acaba consumindo a vida de Buzz, que não consegue deixar a missão de lado nem por um minuto, por mais que isto custe sua vida.
Com muito drama (levem os lencinhos), ação, comédia – principalmente com o seu novo gato-robô favorito Sox – e ficção científica, “Lighyear” de fato, trata-se de uma história incrível, que mistura diversos elementos para passar uuma mensagem importante numa animação digna de ser vista e revista. Isto vale tanto para fãs de “Toy Story”, quanto para aqueles que só querem se desligar do mundo por um par de horas e aproveitar o momento.
“Lightyear” chega aos cinemas brasileiros no dia 16 de junho.
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Em um “tweet surpresa”, a CEO da General Motors (GM) acabou revelando uma imagem teaser da nova e elétrica Blazer 2024. Mary Barra trouxe aos olhos de seus seguidores na rede social o veículo da Chevrolet dotado de um acabamento vermelho, em frente a uma estrutura moderna.
Os traços do veículo reforçam algumas impressões de um vídeo lançado pela marca em março. Naquele mês, além da cor vermelha bem chamativa e do ponto de carregamento elétrico destacado (com um funcionamento de abertura bem peculiar), o design das rodas foi adiantado.
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Essa conversão para a motorização elétrica na Blazer foi confirmada em outubro do ano passado e reforçada em janeiro deste ano pela própria CEO da GM, na Consumer Electronics Show (CES 2022), quando também foi revelada a nova Silverado elétrica. Com toda educação, Mary Barra disse no tweet de agora: “Permita-me compartilhar uma prévia da nova Chevrolet Blazer EV”:
Allow me to share a sneak peek at the all-new @Chevrolet Blazer #EV.
I can’t wait until July 18, when we share the details with the world. pic.twitter.com/FIPE2SRVyg
— Mary Barra (@mtbarra) June 13, 2022
“Mal posso esperar até 18 de julho, quando compartilharemos os detalhes com o mundo”, finalizou a executiva. Ou seja, daqui a pouco mais de um mês, veremos a nova e elétrica Blazer da Chevrolet sendo apresentada oficialmente – carro que inclusive virá ao Brasil, em 2024.
As expectativas estão em um veículo baseado na nova geração do utilitário de grande porte vendida atualmente em alguns países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia, com opções de motor 2.5 e 3.6 a gasolina. Segundo o presidente global da GM, Mark Reuss, a Blazer elétrica será um “modelo de entrada de grande porte e acessível”. A empresa está direcionando sua atuação para múltiplas categorias de elétricos — com a Chevrolet Blazer para a categoria SUV e o elétrico Equinox para crossover.
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Depois de mais de um mês testando o tablet Nokia T20 para fazer a análise, eu cheguei à conclusão de que o problema que a gente enfrenta nesse mercado de hoje não é nem aquela clássica incompatibilidade entre gostar de tecnologia e ser brasileiro. Isso não é novidade, né. Eu já estou faz anos nessa e sei muito bem que 90% da nossa população só tem alguma chance de comprar produtos de tecnologia de ponta depois de uns 2, 3 anos do lançamento e olhe lá. O problema de verdade é que a situação agora está tão ruim, mas tão ruim, que esse atraso geracional já está se tornando realidade também para produtos que foram criados, idealizados mesmo do zero com o objetivo de serem acessíveis. E isso é especialmente visível em um caso como esse aqui. Vem comigo agora que eu vou falando dos detalhes do Nokia T20 e, no final do vídeo, prometo que vocês vão entender do que eu estou falando.
O design do Nokia T20 é a única coisa que está totalmente de acordo com o preço dele. Diferente da maioria dos tablets mais baratos, que geralmente são todos de plástico, esse aqui tem um corpo inteiro em alumínio. Bem sólido, resistente e com uma cor bonita, até. Não tem acabamentos premium, mas essa nem é a proposta aqui, então o estilo mais simples e com cantos e laterais arredondadas não destaca o tablet, mas funciona bem. Os materiais o tornam pesadinho, então não é um tablet que você vai querer usar segurando na mão muito tempo.
O diretor Rian Johnson revelou o título oficial de Entre Facas e Segredos 2, filme previsto para chegar na Netflix no final do ano. Em suas redes sociais, ele compartilhou um vídeo com os nomes dos novos atores presentes na sequência, chamada de Glass Onion: a Knives Out Mistery (Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos, em tradução livre).
A história deve acompanhar o detetive Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig, investigando um novo mistério. O elenco adicional será formado por Edward Norton, Janelle Monáe, Kathryn Hahn, Leslie Odom Jr., Jessica Henwick, Madelyn Cline, Kate Hudson e Dave Bautista, além de Ethan Hawke.
De acordo com o Tribunal Superior do Condado de São Francisco, nos Estados Unidos, o Google violou a Lei de Igualdade Salarial da Califórnia por pagar salários menores para as mulheres — além de violar outras leis estaduais. Por isso, a empresa concordou em pagar uma multa de US$ 118 milhões (cerca de US$ 603 milhões na cotação atual) para resolver a ação coletiva.
A ação realizada abrange cerca de 15,5 mil mulheres que trabalham para o Google desde 2013, e afirma que a companhia pagou menos para mulheres e mais para homens em cargos semelhantes. Além disso, o tribunal também declara que a empresa não pagou todos os salários devidos.
