Hoje (09), durante a transmissão do Summer Game Festival foi revelado um novo jogo da franquia Alien: Aliens: Dark Descent, um RTS com visão isométrica. Confira o trailer a seguir:
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse na última quarta-feira (8) que nesse momento a varíola dos macacos está presente em 29 países fora do continente africano, onde o vírus é endêmico, e que considerada como “moderadas” as chances da doença causar um surto global.
“É necessário identificar todos os casos e os casos de contato para controlar esse surto e prevenir o contágio”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.
Entre os países com casos confirmados está o Brasil, que teve o primeiro registro oficial da doença revelado ontem. Apesar da preocupação, a OMS destaca que não há mortes confirmadas pela doença e que o surto pode ser controlado fazendo um rastreamento das pessoas infectadas.
De acordo com um levantamento da iniciativa Global.health, que inclui pesquisadores das Universidades de Harvard e Oxford, o mundo já registrou cerca de 1.011 casos da varíola dos macacos em 31 países.
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O que é a varíola dos macacos?
A varíola dos macacos é da mesma família da varíola convencional, erradicada no mundo todo em 1980. A dos macacos, no entanto, é considerada bem menos grave e ocorre principalmente em países da África Central e Ocidental.
Os sintomas são febre, dor de cabeça, apatia, inchaços, dor muscular e principalmente erupções na pele, que geralmente aparecem no rosto e depois vão para outras partes do corpo como mãos e as solas dos pés. Essas lesões geram coceira antes de cicatrizarem.
Normalmente, o período de incubação do vírus varia de sete a 21 dias. Porém, os sintomas começam a surgir entre 10 e 14 dias após a infecção. A transmissão é feita por meio de contato direto com animais ou pessoas contaminadas, além de objetos infectados.
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Algumas horas antes do evento Summer Game Fest, o PlayStation Direct parece ter divulgado por engano a data de lançamento do remake de The Last of Us.
The Last of Us Part 1, remake do game original da Naughty Dog, dessa vez chegando para PlayStation 5 e PC. De acordo com a informação, que foi colocada no PlayStation Direct – e posteriormente removida – o game chega para PlayStation 5 no dia 2 de setembro e para PC posteriormente.
Já havia rumores anteriores de que The Last of Us Remake chegaria ainda em 2022, que será confirmado caso isso de fato se concretize.
O site ResetEra publicou o que continha no PlayStation Direct sobre o jogo:
“Experimente a narrativa emocionante e os personagens inesquecíveis de Joel e Ellie em The Last of Us, vencedor de mais de 200 prêmios de Jogo do Ano e agora reconstruído para o PlayStation®5.
Desfrute de uma revisão total da experiência original, reproduzida fielmente, mas incorporando jogabilidade modernizada, controles aprimorados e opções de acessibilidade expandidas. Além disso, sinta-se imerso com efeitos aprimorados e exploração e combate aprimorados.
The Last of Us Part I Firefly Edition inclui a história completa para um jogador de The Last of Us (PS5) e o célebre capítulo prequel, Left Behind; vitrine SteelBook® de edição limitada; Reimpressão dos quadrinhos de The Last of Us: American Dreams #1 – #4 com nova capa; e desbloqueios no início do jogo.”
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The Last of Us originalmente foi lançado para PlayStation 3 em 2013. O sucesso foi tamanho que a Naughty Dog, que já era um estúdio grande na época, cresceu ainda mais, e transformou a história em uma franquia, que ganhou uma versão remasterizada para PlayStation 4 em 2014, uma sequência para PS4 em 2020 e se tornará uma produção HBO estrelada por Pedro Pascal.
Ainda não se sabe quando o anúncio oficial acontecerá nem se será de fato no dia 2 de setembro. Mas é bem possível que aconteça ainda hoje, durante o Summer Game Fest, como alguns rumores sugerem.
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Para celebrar a temporada de anúncios do Summer Gamme Fest, a PS Store deu início a uma promoção temática com jogos indie para PS4 e PS5. A lista traz descontos de até 75% em títulos como Cuphead, The Medium e Psychonauts 2 até o dia 22 de junho. Até mesmo games brasileiros como Dodgeball Academia e Kaze and the Wild Masks estão mais baratos.
Além disso, os assinantes da PS Plus Essencial já podem aproveitar descontos exclusivos de até 64% em jogos do catálogo. Também até o dia 22 de junho, games como Red Dead Redemption 2, Persona 5 Royal e Control Ultimate Edition estão com preços mais acessíveis.
Nessa quarta-feira (8), o Disney+ disponibilizou o primeiro episódio de Ms. Marvel aos seus assinantes. Ao contar o início da saga de uma nova heroína, a adolescente Kamala Khan (interpretada por Irma Vellani), o serviço de streaming ousou ao trabalhar com uma história curiosa e cheia de nuances criativas.
Depois da exibição dos instantes finais do intitulado “Geração Por quê?”, bem como a reprodução dos créditos estilizados, o público teve a oportunidade de conferir uma nova cena. Nela, é possível conectar a série estreante a personagens vistos nos filmes do Homem-Aranha.
Em algum lugar do ponto de Lagrange 2, a 1,6 milhão de quilômetros da Terra, o Telescópio Espacial James Webb (JWST) desempenhava suas funções de fotografar os primórdios do universo quando, entre os dias 23 e 25 de maio, um micrometeoroide atingiu um dos segmentos de seu espelho primário, segundo comunicado da NASA divulgado na quarta-feira (8).
Embora o dano à estrutura de US$ 10 bilhões do equipamento seja detectável, o choque com o corpo celeste não causou nenhum tipo de alteração no cronograma de operações do JWST, segundo a agência espacial.
Recentemente a Amazon vem lançando funções de realidade aumentada que permite aos usuários experimentar diferentes cores de cabelo e maquiagem, por exemplo. Agora a companhia está lançando o recurso Virtual Try-On for Shoes no app Amazon, que permite que o usuário “experimente” calçados em RA.
Basta clicar na opção Try-On na página do produto, apontar a câmera do celular para os pés, e ver como o sapato ficaria em você. A função também permite trocar para as várias cores disponíveis do modelo sem precisar sair do modo AR, e ainda compartilhar as imagens com amigos para saber a opinião deles.
Por enquanto, o Try-On está disponível apenas para iOS nos EUA e no Canadá, com a Amazon dizendo que uma versão para Android chega “em breve”. A função também ainda é limitada a tênis e outros calçados casuais das marcas Adidas, Asics, Lacoste, New Balance, Puma, Reebok, Saucony e Superga. Estranhamente, parece que a Nike ficou fora dessa primeira leva.
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Claro, com o Virtual Try-On da Amazon ainda não dá pra saber se o calçado fica confortável no pé ou pega naquela joanete. Mesmo assim, se você já está familiarizado com um modelo em determinada numeração, a ferramenta pode facilitar comprar calçados sem precisar confiar apenas nas fotos do produto na página do vendedor.
Via Engadget
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Quem vê um canivete suíço hoje provavelmente imagina como o homem mais antigo fazia para conduzir certas tarefas tornadas tão mais simples graças a essa comodidade contemporânea. E a resposta é simples: eles…também tinham sua própria versão de uma ferramenta multiuso.
Segundo um novo estudo, publicado no Scientific Reports, o período conhecido como “Howiesons Poort” foi, possivelmente, a primeira revolução tecnológica e cultural da qual se tem notícia: ocorrida entre os anos 65.800 e 59.500 antes do período presente (também referido como “antes de Cristo” ou “a.C”), essa época marcou a troca de presentes em caráter cultural (ou seja, não era apenas a troca de um bem por outro) e pela adoção de ferramentas com design comum e de uso a longo prazo.
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Exemplos do “canivete suíço pré-histórico” dispostos em uma mesa: design similar por várias versões da antiga ferramenta demonstram que primeiros humanos conseguiram compartilhar conhecimentos de criação duradouros (Imagem: Paloma de la Peña et al 2020/Reprodução)
Tais ferramentas são conhecidas como “artefatos de apoio”, e uma delas, feita em pedra e portando não mais que cinco centímetros (cm) de tamanho, possivelmente era uma das mais úteis da época, devido à sua capacidade de cortar, rasgar e perfurar, sendo aplicada nos trabalhos com couro de caça, ornamentos de ossos e até afiar objetos maiores feitos em madeira.
Em outras palavras: um canivete suíço pré-histórico.
Segundo o estudo, não é a existência do artefato em si que empolgou os cientistas, mas a sua aparição em várias regiões aparentemente desconectadas. Da China antiga à Europa pré-histórica, versões similares desse objeto foram escavadas em vários sítios arqueológicos.
Isso é relevante pois mostra que, em algum momento da história, nós conseguimos criar um design perene, que atendeu a todo tipo de necessidade, independente de região: “a nossa análise morfométrica demonstra que os artefatos de apoio de Howiesons Poort foram feitos em um template similar através de longas distâncias e múltiplos biomas”, diz trecho do estudo.
Ou seja: a única forma de essas ferramentas serem tão similares é se humanos da época, em várias regiões, estivessem convivendo entre si.
“Apesar da criação desse instrumento de pedra não ser particularmente difícil, anexar essa pedra a um cabo por meio de cola e adesivos era mais complicado, o que ressalta que eles [humanos da época] estavam compartilhando e comunicando informações complexas entre si”, disse Paloma de la Peña, co-autora do estudo e assistente sênior de pesquisa do Instituto de Pesquisa Arqueológica McDonald, ligado à Universidade de Cambridge.
“O que também nos impressionou foi a abundância de ferramentas feitas no mesmo formato, o que coincidiu com as grandes mudanças nas condições climáticas. Nós acreditamos que isso é uma resposta social ao ambiente em plena mudança no sul da África”, ela comentou.
Para os autores do estudo, a presença distribuída do “canivete suíço pré-histórico” é prova de que, face a diversos tipos de obstáculos, o que assegurou a sobrevivência da humanidade sempre foi a nossa capacidade de se comunicar e compartilhar informações. O homem veio da África, e vinha deixando a região em busca de outros locais para viver, se alimentar e se reproduzir.
“As pessoas têm deixado a África a centenas de milhares de anos, e temos evidências da presença dos primeiros Homo Sapiens na Grécia e no Levante há cerca de 200 mil anos”, disse Amy Way, arqueóloga do Museu da Austrália e da Universidade de Sydney, e também co-autora do estudo. “Mas essas saídas antigas foram menores em relação ao grande êxodo de cerca de 60 mil ou 70 mil anos atrás, que envolveu os ancestrais de todas as pessoas modernas que vivem fora da África hoje”.
Nesse mesmo período de tempo, o ancestral do canivete suíço também começou a aparecer, o que é um indício forte de que os humanos do “grande êxodo africano”, já vinham se relacionando entre si antes da mudança de local. E continuaram passando seus conhecimentos conforme avançavam para outras terras.
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O Xbox Design Lab da Microsoft, serviço que permite personalizar as cores de cada peça dos controles Xbox, ganhou novas opções de cores pasteis, além de padrões de camuflagem, e todos podem ser misturados com as tonalidades já estavam disponíveis.
As novas cores pasteis são rosa, verde, laranja, roxo, e os novos padrões camuflados são: Mineral Camo, Arctic Camo, Forest Camo, Blaze Camo e Sandglow Camo. O Xbox Design Lab permite aos usuários criarem um controle Xbox customizado único, diferente de todos os outros, agora com mais opções para escolher.
Clique abaixo para ver um vídeo das novas cores e padrões camuflados do Xbox Design Lab.
Outras empresas concorrentes oferecem o serviço de customização dos controles, mas acabam custando mais caro do que o Xbox Design Lab. Nele, cada controle Xbox personalizado custa US$ 70 nos Estados Unidos, ou o equivalente a R$ 342 na conversão direta.
Versão Pride do controle Xbox é exclusiva do Xbox Design Lab / Divulgação: Microsoft
Além disso, a empresa anunciou no começo do mês uma versão limitada Pride do controle Xbox, em homenagem ao mês do orgulho LGBTQIA+, vendida exclusivamente pelo Xbox Design Lab.
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Via The Verge
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O tradicional evento de games E3 não acontecerá em 2022 e a Microsoft busca uma forma de substituir a experiência da convenção para os usuários do Xbox Game Pass.
Um dos atrativos da E3 é visitar os criadores de games e jogar demos e níveis ainda em desenvolvimento, apenas um gostinho do que está por vir. Com o evento não acontecendo de maneira presencial pelo terceiro ano consecutivo (ele deve acontecer novamente em 2023), a Microsoft busca retomar essa experiência para seus usuários.
Gamers experimentando demos de jogos Xbox durante a E3 de 2015. Imagem: Shutterstock
Assim nasceu o Projeto Moorcroft, com o objetivo de levar demos e jogos em desenvolvimento para o Xbox Series X|S. A Microsoft anunciou o projeto nesta quinta-feira, e busca trabalhar com desenvolvedores para levar demos de futuros games ao Xbox Game Pass.
A vice-presidente de Experiência do Criador de Games e Ecossistemas da Microsoft Gaming, Sarah Bond, afirmou que o Projeto Moorcroft é o resultado do time da Xbox relembrar as conferências favoritas e esta conexão entre desenvolvedores e gamers que acabou perdida com os eventos realizados pessoalmente colocados em espera por causa da pandemia global.
“Acontecia que você ia à E3, você ia ao PAX, e ia visitar alguns de seus criadores favoritos, e eles tinham uma peça ou um nível de jogo que você podia sentar e jogar. E haveria alguém do estúdio bem perto de você no seu ouvido, dizendo ‘pressione esse botão, vá lá embaixo, faça essas coisas.’ Você experimentaria o jogo e eles gerariam entusiasmo sobre o que estão construindo e o que está por vir,” relembrou Bond.
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“Essas oportunidades estão ficando cada vez menores e mais difíceis de replicar. E são especialmente difíceis para desenvolvedores independentes – estúdios menores que não têm necessariamente tantos recursos para montar seu próprio programa e atrair um grande público,” continuou ela. “Então nós dissemos, você sabe, por que não pegamos o Game Pass e o fazemos como o Show Floor?”.
O Projeto Moorcroft tem previsão para ser iniciado no próximo ano, e o foco inicial da Microsoft é oferecer uma plataforma para desenvolvedores independentes, para que eles possam mostrar pequenas porções de seus games ao público por meio do Game Pass. Além de beneficiar o seu público, que terá contato com mais demos, isto ajuda os estúdios a ter feedbacks sobre seus próprios games.
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