Fatal Fury: City of the Wolves é uma mistura de êxtase com frustração; review

A SNK é um dos nomes mais reconhecíveis, em especial entre os brasileiros, quando o assunto é jogos de luta. Ela foi um dos ícones na época dos fliperamas nos anos 90 e, ainda hoje, o público nutre muito carinho pelas propriedades da desenvolvedora, responsável por marcar toda uma geração de entusiastas por videogames com títulos como Metal Slug, Art of Fighting, Samurai Shodown, The King of Fighters e, claro, Fatal Fury — conhecido como Garou Densetsu no Japão.

Desde que o estúdio superou a sua tumultuosa fase pós-falência, em especial com o lançamento do divisivo The King of Fighters XIV (2016), havia muita esperança para o retorno de antigas franquias. Entre elas, Fatal Fury era um caso particularmente delicado: Garou: Mark of the Wolves (1999), o último título da cronologia até então, é considerado um dos melhores jogos de luta de todos os tempos e até tinha uma sequência em produção, mas que acabou sendo cancelada à época por ordens de executivos.

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