No code: o que é, vantagens e usos

Programar não é uma coisa para todos, porém, a transformação digital torna necessário que empresas de todos os portes, desde o comércio de bairro até uma multinacional. Porém, principalmente para os pequenos, contratar um especialista em determinada linguagem de programação pode ser algo muito fora do orçamento, para tentar resolver isso, é que surgiram as plataformas no-code.

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Na tradução direta para o português, no-code quer dizer “sem código”, e o termo é usado para descrever plataformas que permitem o desenvolvimento de programas a partir de comandos simples, como arrastar e soltar. Além disso, esses sistemas têm interfaces acessíveis e são bastante simples de operar, já que são feitos pensando exatamente em quem não sabe nada de programação.

Qual a diferença entre no-code e low-code?

Uma confusão muito comum que se faz é entre as plataformas no-code e as plataformas low-code. Apesar dos nomes e conceitos parecidos, esses dois tipos de aplicação são bastante distintos. Para operar uma plataforma low-code, é preciso ter conhecimento, mesmo que trivial, em programação, já que alguns passos da criação dos programas é feita em linhas de código.

O low-code é recomendado para a construção de aplicações de diferentes níveis de complexidade, que vão desde programas simples, até outros mais complexos, mais voltados para empresas de médio para grande porte. Vale ressaltar que o no-code é uma evolução do low-code, mas ambos são movimentos que surgiram para facilitar o processo de transformação digital, com o uso de pouco ou nenhum código.

Ferramentas sem código vão acabar com os programadores?

No-code e low-code não devem acabar com a profissão de programador. Imagem: Roman Samborskyi – Shutterstock

Conforme o movimento no-code fica mais forte ao redor do mundo, populariza a criação de aplicativos e softwares para todas as pessoas que precisam dessas aplicações. Hoje, as principais plataformas sem código do mercado são Webflow, Bubble, Buildbox e Shopify passou a permitir que pessoas que não são exatamente programadores pudessem fazer seus próprios sistemas.

É importante dizer que nenhuma dessas ferramentas vai acabar com a profissão de programador no curto, médio ou longo prazo. Desenvolver um sistema complexo e plenamente integrado e personalizado não é missão para amadores. Empresas de grande porte, que vão desde a tecnologia até o varejo, sempre vão precisar de pessoas que saibam compreender uma tela preta com letras verdes ou brancas.

Crédito da imagem principal: Chaosamran_Studio/Shutterstock

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