O que é a Grand Line de One Piece? Entenda a geografia do mundo do anime e da série

Já disponível no catálogo da Netflix, a Temporada 2 de One Piece mostra os Piratas do Chapéu de Palha embarcando em aventuras ainda mais grandiosas do que aquelas que marcaram o início da série. Muito disso se deve ao fato de que, após o núcleo do grupo ser formado, seus membros se sentem prontos para navegar por oceanos mais desafiadores.

E, na segunda leva de episódios, eles são representados pelo que a série chama de “Grand Line”. É nela que o famoso Gol D. Roger escondeu seu grande tesouro, o que faz com que todos os principais piratas do mundo decidam navegar pela rota em busca de grandes recompensas e de novos adversários e tripulantes.

O que é a Grand Line de One Piece?

Além de ser uma rota muito visada, a Grand Line também se diferencia por trazer condições climáticas únicas e ser muito difícil de navegar. Quebrando completamente qualquer regra da física, esse trecho do oceano só é recomendado para equipes veteranas com um bom navegador e que possuam bússolas especiais.

  • O mundo de One Piece é marcado por duas grandes faixas perpendiculares que o cortam e formam quatro quadrantes;
  • A faixa de Terra é conhecida como Red Line, enquanto a Grand Line é a faixa de oceano que dá a volta ao mundo, que os protagonistas da história decidem percorrer;
  • Os quatro oceanos gerados a partir dessa divisão são conhecidos como North Blue, West Blue, South Blue e East Blue — o último deles é considerado o mais pacífico e marca o ponto no qual a história começa;
  • Para chegar à Grand Line, também conhecida como o “Cemitério de Piratas”, é preciso passar por uma área calma e sem ventos, que é mortal para qualquer tripulação;
  • Assim, o ponto de entrada mais famosos para a rota é a Montanha Invertida, que também é o ponto de referência que dá nome às suas duas metades.
O mundo de One Piece é dividido em quatro grandes áreas de oceano. Imagem: Divulgação/Shueisha

O trecho no qual os protagonistas de One Piece entram na Grand Line é conhecido como “Paraíso”, e marca os pontos mais pacíficos da famosa rota. A partir do ponto em que se encontra novamente com a Red Line, ela fica conhecida como “Novo Mundo”, que só foi totalmente explorado por Gold D. Roger e sua tripulação — e é lá que o grande tesouro da série parece ter sido escondido.

A Grand Line é completamente imprevisível

Dado o fato de que a Grand Line desafia as leis da natureza, isso significa que técnicas convencionais de navegação não são suficientes para navegar por ela. Enquanto um trecho pode estar ensolarado e repleto de ventos favoráveis em um momento, logo em seguida ele pode ser marcado por uma tempestade elétrica ou uma grande nevasca.

A série da Netflix só explorou o comecinho da Grand Line. Imagem: Divulgação/Netflix

Assim, para passar pelo local é preciso ter bússolas que se alinhem aos campos magnéticos gerados pelas ilhas presentes na rota. Ao entrar na rota, se torna impossível navegar por todas as ilhas presentes nela, mas todos os caminhos eventualmente convergem no Arquipélago Sabaody.

Nele, além do final do “Paraíso” também está presente o quartel principal da Marinha, o que faz desse ponto o palco de conflitos bastante frequentes e grandiosos. No entanto, isso é algo que a série de One Piece da Netflix só deve explorar melhor em sua terceira parte, conforme Luffy fica mais forte e seu número de companheiros se expande.

Já a parte do Novo Mundo deve ficar para um futuro ainda mais distante, caso a adaptação continue seguindo à risca os eventos da obra original. Nela, a intensidade da Grand Line fica 100 vezes mais forte, o que vai exigir que a tripulação dos Piratas do Chapéu de Palha se fortaleça muito para conseguir sobreviver.

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