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Tecnologia brasileira: antena 6G é capaz de se consertar sozinha

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A implementação total do 5G no Brasil ainda está distante. Mesmo assim, a preparação para a chegada do 6G já começou. A Ericsson patenteou uma solução de autorreparo para antenas de telecomunicações que deve ser usada com as novas redes de internet. A self-healing, como a tecnologia é chamada, foi desenvolvida pela unidade da fornecedora no Brasil, com apoio de estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA).

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Antena 6G

Em comunicado, a multinacional sueca informou que a tecnologia deve fazer parte da Radio Stripes, uma solução ainda em desenvolvimento que tem a capacidade de unir até milhares de micro antenas maleáveis por meio de uma fita adesiva. A intenção é que o sistema seja usado em ambientes com grande quantidade de pessoas, desde meios de transporte, como ônibus, trens e aviões, a estádios de futebol e casas de show.A tecnologia patenteada visa a compensar de forma automática possíveis falhas na fita ou nas micro antenas que possam comprometer a qualidade do serviço móvel.As informações são do portal Tele.Síntese.

Tecnologia da Ericsson deve estar disponível em 2030 (Imagem: WiMax Photo/ Shutterstock)

Como funciona o novo sistema

Segundo a Ericsson, a funcionalidade garantirá uma maior robustez ao sistema, estabilidade da conexão e garantia de qualidade de serviço aos usuários. A fornecedora ressalta que a implantação das futuras redes 6G deve ser ainda mais desafiadora do que as do 5G. A sexta geração deve usar frequências mais altas, o que exige a instalação de mais equipamentos de infraestrutura para ampliar o alcance do sinal.

De acordo com a empresa, quanto maior o número de antenas na fita utilizada, maior a conectividade e a capacidade de conexões simultâneas de alta velocidade. Nesse sentido, a patente self-healing foi criada pensando em resolver o problema de conexão caso parte da fita seja rompida ou uma micro antena seja danificada.

A Ericsson explica que se parte da fita do sistema for rompida ou uma micro antena sofra algum dano, os usuários próximos a essa área afetada perderiam total ou parcialmente o sinal. A self-healing, nesse caso, atua para que os usuários comprometidos sejam automaticamente conectados a outras partes da fita em funcionamento, compensando a degradação gerada por tais falhas.

A tecnologia deve estar disponível em 2030, ano para o qual se espera o início das ativações do 6G.

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